sábado, 20 de fevereiro de 2016

Análise da Polpa de Maracujá Amarelo



MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS
CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS

        








Análise da Polpa de Maracujá Amarelo










Igor Labre de Oliveira Barros



















Paraíso do Tocantins – Distrito de Santana
Br-153, km 504, Setor Industrial.
 Junho de 2013








Igor Labre de Oliveira Barros







Análise da Polpa de Maracujá Amarelo


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS
CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS
        




Relatório de aula prática, apresentado à componente de Análise de Alimentos do Curso Médio Integrado em Agroindústria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - Campus Paraíso do Tocantins, julgado necessário para obtenção de nota.

Orientadora: Prof. Alessandra Vaz Vespúcio









Paraíso do Tocantins – Distrito de Santana
Br-153, km 504, Setor Industrial.
Junho de 2013



MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS
CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS
        

RESUMO

É preciso inicialmente definir o conceito de soluções, que na verdade é a mistura homogênea de duas ou mais substâncias, onde teremos a divisão de solvente e o soluto, o primeiro é caracterizado em seu estado físico líquido e o que tem a maior porção, já o segundo se apresenta em estado sólido em porção menor, na união dos dois, teremos uma solução. Uma solução pode se apresentar nos três estados físicos, gás, líquido ou sólido. (CONSTANTINO, 2004). O objetivo foi elaborar uma solução à base de Cloreto de Sódio (NaCl) à 5N, tendo como requisitos preliminares colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula. Vale ressaltar que, durante todo o procedimento para o preparo da solução houve grandes cuidados nos procedimentos laboratoriais, respeitando todas as regras e cuidados para então desenvolver com eficiência o que foi proposto. Ao desenvolver todas as etapas para o preparo da solução percebemos que foram técnicas básicas de laboratório para o preparo da mesma, onde não registramos erros quanto aos cálculos, pesagem e erro de aferição, onde tivemos plena certeza que obtivemos grande êxito quanto ao preparo da solução, onde alcançamos o objetivo proposto (elaboração de uma Solução de Cloreto de Sódio – NaCl) e, consequentemente à captação do aprendizado que de forma direta contribuiu para a fixação do que foi exposto em sala de aula.







Palavras-chave: procedimentos, solução, técnicas




1 – INTRODUÇÃO


É preciso inicialmente definir o conceito de soluções, que na verdade é a mistura homogênea de duas ou mais substâncias, onde teremos a divisão de solvente e o soluto, o primeiro é caracterizado em seu estado físico líquido e o que tem a maior porção, já o segundo se apresenta em estado sólido em porção menor, na união dos dois, teremos uma solução. Uma solução pode se apresentar nos três estados físicos, gás, líquido ou sólido. (CONSTANTINO, 2004).
Um dos aspectos mais importante em uma solução é sua preparação e a expressão de sua concentração, uma vez que os cálculos efetuados levam em conta sua concentração molar, que significa quanto de soluto está presente em um volume ou uma massa especifica,sendo assim, concentração é uma medida das quantidades relativas dos componentes de uma solução, pode-se então se definida como a razão entre quantidade de soluto e quantidade de solvente. (VOGUEL, 1992).
As soluções preparadas rotineiramente em laboratório são compradas e preparadas a partir da forma concentrada ou de um sal. As soluções de concentrações mais baixas podem ser obtidas pela adição de água, processo chamado de diluição. As soluções preparadas devem ser armazenadas em frascos apropriados conforme o tipo de solução como, por exemplo, se a solução é sensível à ação da luz, deve-se armazenar em frasco âmbar. Os frascos devem ser identificados com rótulos, os quais devem conter o nome, a concentração da solução, a data de preparação, nome ou iniciais do preparador. Quando o líquido é retirado do frasco, deve-se tomar o cuidado de que ele escoe pelo lado oposto ao rótulo, o qual não se molhará e não se danificará (IQG/UFRJ)



           




2 – METODOLOGIA


2.1 – Separação de Vidrarias
            Separou-se as seguintes vidrarias afim de que todos procedimentos fossem efetuados de forma eficiente:
·         Balão Volumétrico de 100ml;
·         Espátula e Bastão de Vidro;
·         Vidro de Relógio; e
·         Béquer de 100ml.

2.2 – Cálculos para Concentração de 0,5N
            Efetuou-se o cálculo da Normalidade para 0,5N a fim de obter a massa do soluto a ser pesado, onde determinou-se 2,92g de Cloreto de Sódio (NaCl) para o preparo da solução de 100ml.

2.3 – Preparo da Solução
            Pesou-se na Balança Analítica 2,92g de Cloreto de Sódio tendo como suporte para o soluto o Relógio de Vidro, onde em seguida transferiu-se o material sólido pesado (NaCl) para um béquer de 100ml para promover uma breve dissolução do mesmo com água destilada, tendo cuidado para não ultrapassar logo após a capacidade máxima do Balão Volumétrico de 100ml. Ao proceder à breve dissolução do soluto, transferiu-se a solução com ajuda do Bastão de Vidro para o Balão Volumétrico de 100ml, onde se fez a Rinsagem (técnica de se lavar as paredes internas do frasco com líquido – no caso com água destilada - antes de enchê-lo totalmente, garantindo que se tenha dentro do mesmo a exata concentração e que todo tipo de interferente seja eliminado) no béquer e então fez-se à aferição do líquido com vastos cuidados para a completação do volume do Balão Volumétrico de 100ml com água destilada com o auxílio de uma pisceta, para então promover a homogeneização da solução. Não houve rotulação da Solução de Cloreto de Sódio porque a mesma foi descartada após o seu preparo, mas é obrigatoriamente a rotulação de soluções e que as mesmas estejam armazenadas em frascos próprios e locais adequados, para que então evite inúmeros tipos de acidentes com soluções.



           
4 – RESULTADOS E DISCUSSÕES

A solução preparada à base de Cloreto de Sódio (NaCl) foi feita de acordo com bases teóricas, técnicas e cálculos ensinados em aulas. O espaço e todos os equipamentos nos proporcionaram um espaço adequado para todo o procedimento do preparo da solução. O objetivo foi alcançado obtendo-se uma solução de Cloreto de Sódio (NaCl) à 5N. Vale ressaltar que caso no momento da aferição o líquido ultrapassar a linha de marcação, toda solução deverá ser descartada e reiniciar todo procedimento novamente. Durante a preparação de soluções são necessários alguns cuidados, onde estes estão diretamente relacionados com a solubilidade limitada da maioria das substâncias, a mudança de volume da mistura e a alteração da temperatura da substância. Alguns cuidados são essenciais: Não pesar sais e outros reagentes diretamente sobre o prato de qualquer balança; Identificar as soluções com etiquetas constando as características da solução; As soluções devem ser armazenadas em frascos próprios e em locais adequados; Saber utilizar corretamente todos os materiais e equipamentos disponíveis no laboratório antes de usá-lo; Evitar desperdício preparando a quantidade realmente necessária, entre outros.

























5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



CONSTATINO, M.G. Fundamentos de química experimental: São Paulo: Edusp. 2004.

In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-04-22].

IQG/UFRJ, Departamento de Química Inorgânica: IQG 128 / IQG 231.

VOGUEL, A.L. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan ,1992
































CÁLCULOS

  • Massa de Cloreto de Sódio (NaCl) para 0,5N:


NaCl

Na = 23u
Cl = 35,45u
        58,45u (Peso Molecular - PM)

N =     m               0,5 N =        m                m = 0,5. 58,45. 0,1
     Eqg . V(l)                   58,45. 0,1(l)      
 m = 2,92g


Eqg = PM    58,45 = 58,45
             X        1

NaCl          1Na+¹  +  1Cl-
                        X= 1x1

                        X= 1

Análise da Qualidade Físico-Química de Aveia em Flocos


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Análise da Qualidade Físico-Química de Aveia em Flocos










Igor Labre de Oliveira Barros



















Paraíso do Tocantins – Distrito de Santana
Br-153, km 504, Setor Industrial.
 Julho de 2013







 Igor Labre de Oliveira Barros








Análise da Qualidade Físico-Química de Aveia em Flocos


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Relatório de aula prática, apresentado à componente de Análise de Alimentos do Curso Médio Integrado em Agroindústria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - Campus Paraíso do Tocantins, julgado necessário para obtenção de nota.

Orientadora: Prof. Alessandra Vaz Vespúcio







                                      Paraíso do Tocantins – Distrito de Santana
                                              Br-153, km 504, Setor Industrial.
                                                             Julho de 2013


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS
CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS
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RESUMO

     O maracujá (Passiflora edulis f. flavicarpa), fruto nativo das Américas Central e do Sul, é cultivado em países de climas subtropical e tropical. O Brasil é, atualmente, o maior produtor seguido do Peru, Colômbia, Equador. O mercado mundial, principalmente o europeu, dá preferência ao produto na forma de suco concentrado, uma vez que a fruta “in natura” tem curta vida de prateleira. A polpa é formada por sementes pretas, cobertas de uma substância amarela e translúcida, ligeiramente ácida e de aroma acentuado, sendo consumida ao natural ou em sucos. 
     O suco de maracujá amarelo é comercializado em todo mundo, especialmente devido ao seu agradável aroma e flavor. O rendimento em suco das espécies (Passiflora edulis f. flavicarpa) varia de 30 a 40% em relação ao peso da fruta .
     Ocorreu a analise da polpa de maracujá amarelo no laboratório de Análise de Alimentos. Foram utilizados maracujás amarelos (Passiflora edulis flavicarpa) comprados no comercio de Paraíso do Tocantins.
     Há uma grande perspectiva de mercado para a polpa de maracujá, mas é necessário  investir na qualidade do produto do plantio até a comercialização da polpa.



Palavras-chave: Maracujá. Amarelo. Polpa.





        O maracujá (Passiflora edulis f. flavicarpa), fruto nativo das Américas Central e do Sul, é cultivado em países de climas subtropical e tropical. O Brasil é, atualmente, o maior produtor seguido do Peru, Colômbia, Equador. O mercado mundial, principalmente o europeu, dá preferência ao produto na forma de suco concentrado, uma vez que a fruta “in natura” tem curta vida de prateleira. A polpa é formada por sementes pretas, cobertas de uma substância amarela e translúcida, ligeiramente ácida e de aroma acentuado, sendo consumida ao natural ou em sucos. (TODA FRUTA, 2009).
       O suco de maracujá amarelo é comercializado em todo mundo, especialmente devido ao seu agradável aroma e flavor (VAILLANT et al., 1999). O rendimento em suco das espécies (Passiflora edulis f. flavicarpa) varia de 30 a 40% em relação ao peso da fruta (PEDRO, 2007). O período de colheita é bastante longo nas regiões brasileiras, sendo maior nas regiões com calor e umidade suficientes para um prolongado período de frutificação. A época da colheita de Dezembro a Julho, sendo que a maior safra ocorre de Fevereiro a Abril. O suco e a polpa de maracujá são utilizados no preparo de diversos produtos, entre os quais podem ser citados: bebidas carbonatadas, bebidas mistas, xaropes, geléias, laticínios, suco em pó, sorvetes e alimentos enlatados.
         Existem cerca de 420 espécies tropicais de maracujá (gênero Passiflora), sendo que 150 são nativas do Brasil, das quais 60 produzem frutos que podem ser consumidos. Apenas duas espécies são aproveitadas comercialmente no país: amarelo ou azedo (Passiflora edulis f. flavicarpa) e o doce (Passiflora alata). O mercado brasileiro do maracujá tem crescido sendo o Brasil o maior produtor e consumidor mundial desta fruta (IEA, 2004).
       Além da importância do simples conhecimento da composição da polpa deste fruto, estas análises têm extrema importância para realização de pesquisas com o maracujá amarelo, como por exemplo, no caso do teor de sólidos solúveis totais, acidez titulável , pH e analises sensoriais da polpa, onde o conhecimento dessas analises é de extrema importância para o processo, especialmente para analisar a qualidade da polpa de maracujá.





           




 

2 – METODOLOGIA


      Ocorreu a analise da polpa de maracujá amarelo no laboratório de Análise de Alimentos. Foram utilizados maracujás amarelos (Passiflora edulis flavicarpa) comprados no comercio de Paraíso do Tocantins.
      Após a separação das vidrarias, 3 Erlenmeyer de 250 ml , 1 Bureta de 100 ml , 3 Bekers de 100ml , 3 Placas de petri , 1 Bastao de vidro e 1 Vidro de relógio.
      Foram feitas as analises físico-químicas para a polpa de maracujá amarelo (teor de sólidos solúveis totais, acidez titulavel e pH), e as sensoriais. Nas analises de pH e de teor de sólidos solúveis totais foram realizadas em triplicata, na analise de acidez titulavel foi realizada em duplicata, todos os resultados foram expressos com a media entre estes valores.
      Através do refratômetro de ABBÉ determinou o teor de sólidos solúveis totais (° Brix) da polpa de maracujá amarelo, o pH foi determinado pelo pHmetro digital.
      Para a determinação da acidez titulável, pesou-se de 5 a 10 gramas de amostra, transferiu para o erlenmyer, diluiu a amostra em água destilada. Colocou uma bureta no suporte universal, completa de solução de hidróxido de sódio 0,1M , na amostra adicionou 3 gotas de fenolftaleina 1% , titulou a mistura ate o ponto de viragem , após realizou os cálculos necessários para a obtenção do teor de acidez titulável.



           












4 – RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os resultados das analises físico-químicas da polpa de maracujá amarelo são mostrados nas Tabelas 1 e 2.

Tabela 1 - Análises físico-químicas realizadas para a polpa de maracujá amarelo - Amostra 1
Valores
Unidade
pH
2,853
        -
Acidez Total Titulável
4,8951
g ácido cítrico/100 g amostra
Sólidos Solúveis
8,66
°Brix
Sólidos Solúveis
11,64
% sólidos totais


Tabela 2 - Análises físico-químicas realizadas para a polpa de maracujá amarelo - Amostra 2
Valores
Unidade
pH
2,533
        -
Acidez Total Titulável
4,8816
g ácido cítrico/100 g amostra
Sólidos Solúveis
8,833
°Brix
Sólidos Solúveis
10,74
% sólidos totais


      O pH , foi de 2,853 na amostra 1 , e de 2,533 na amostra 2. No Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade para Polpa de Maracujá, o pH aceitável deve variar entre 2,7 e 3,8 , sendo assim a amostra 1 está dentro do padrão e a 2 esta fora do padrão.

      Os valores de acidez total titulável apresenta na amostra 1 o valor de 4,8951 , enquanto na amostra 2 o valor de 4,8816. No Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade para Polpa de Maracujá, a acidez total titulável deve está acima de 2,5 , neste padrão não consta o valor maximo. As 2 amostras estão dentro do padrão.
   
     O teor de sólidos solúveis em °Brix na amostra 1 apresentou 8,66 , enquanto na amostra 2 8,833 . No Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade para Polpa de Maracujá , o teor de sólidos solúveis em °Brix deve apresentar o mínimo de 11,0 e não consta valores máximos , assim as 2 amostras estão fora do padrão.









4 – RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os resultados das analises sensoriais da polpa de maracujá amarelo são mostrados nas Tabelas 3 e 4.

Tabela 3 - Análises sensoriais realizadas para a polpa de maracujá amarelo - Amostra 1
Cor
alaranjado
Sabor
Acido
Aroma
Próprio


Tabela 4 - Análises sensoriais realizadas para a polpa de maracujá amarelo - Amostra 2
Cor
de amarelo a alaranjado
Sabor
Acido
Aroma
Próprio

O resultado da analise sensorial da amostra 1 e 2 foram compatíveis com as exigências do Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade para Polpa de Maracujá.



























5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



TODA FRUTA. Disponível em: <http://www.todafruta.com.br>. Acesso em: 22/06/2012.

VAILLANT, F.; MILLAN, P.; O´BRIEN, G.; DORNIER, M.; DECLOUX, M.; REYNES, M.
Crossflow microfiltration of passion fruit juice after partial enzymatic liquefaction. Journal of Food Engineering, v. 42, p. 215-224, 1999.

PEDRO, M.A.M. Influência de encapsulantes e do modo de secagem nas propriedades de
qualidade de polpa de maracujá (Passiflora edulis f. flavicarpa), 2007. 95p. Exame Geral de Qualificação de Doutorado - Departamento de Engenharia e Tecnologia de Alimentos,
Universidade Estadual Paulista, São José do Rio Preto.

INSTITUTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA. IEA. Previsoes e estimativas das safras agrícolas. Disponível em: < www.iea.sp.gov.br>. Acesso em: 22/06/2012 .

INSTITUTO ADOLFO LUTZ (IAL). Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz: Métodos químicos e físicos para análise de alimentos. São Paulo: 4ª Ed, 1ª edição digital, capítulo 4, 2008.






6 – CONCLUSÃO

     As análises físico-químicas da polpa de maracujá amarelo obtiveram resultados próximos aos da literatura , para se obter resultados dentro do padrão de qualidade e necessário uma atenção na matéria-prima em todos os seus processos de platio , tipo de solo , pH do solo , períodos de colheita , e ambientes favoráveis , isso são fatores importantes que irão proporcionar uma melhor matéria prima e assim a polpa de maracujá atingirá os padrões de qualidade.
  
    Há uma grande perspectiva de mercado para a polpa de maracujá, mas é necessário  investir na qualidade do produto do plantio até a comercialização da polpa.







































7 – ANEXOS

7.1 – CÁLCULOS

Determinação do teor de sólidos solúveis totais :

Media amostra 1 : 8,5 + 8,75 + 8,75 = 26 / 3 = 8,66 ° C

Media amostra 2: 8,5 + 9,0 + 9,0 = 26,5 / 3 = 8,833 ° C

Determinação do teor de sólidos solúveis totais em % :

Amostra 01 = %ST1 = Pf – Pp * 100 / Pa
                       %ST1 = 46, 20 – 45, 30 * 100/ 7, 73
                       %ST1 = 11, 64 %

Amostra 02 = %ST2 = 30, 93 – 30, 19 * 100/ 6, 89
                       %ST2 = 10, 74%

Determinaçao de pH:

Media da amostra 1: 2, 86 + 2,85 + 2,85 = 8,56 / 3 = 2,853

Media da amostra 2: 2, 53 + 2,54 + 2,53 = 7,6 / 3 = 2,533

Determinação de acidez total titulável:

Amostra 01 :
F= P/ 0,2042 * V * M
F= 0,25 / 0,2042 * 36,75 * 0,1
F= 0,25 / 0,750435
F= 0,333…

Acidez= g ácido/ 100g = V* M * F * 100 / P
g acido/100g= 36,75 * 0,1 * 0,333 * 100/25
g acido/100g= 122,3775/25
g acido/100g= 4,8951

Amostra 2 :
F= P/ 0,2042 * V * M
F=0,25 / 0,2042 * 56,5 * 0,1
F=0,25 / 1,15373
F= 0,216…

Acidez= g ácido/ 100g = V* M * F * 100 / P
g ácido/100g= 56,5 * 0,1 * 0,216 * 100 / 25
g ácido/100g= 112,04 / 25
g ácido/100g= 4,8816



7 – ANEXOS

7.2 – QUESTÕES

01.  O que o teor de acidez total titulável pode evidenciar em sucos?
RES=  O teor de acidez total titulável ele evidencia em sucos o parâmetro do sabor ácido ou azedo.

02.   Existe relação entre pH e acidez?

RES=  Sim , pois os dois métodos são comumente usados para medir a acidez de frutos e hortaliças ,sendo  para propósitos de indicar o parâmetro do sabor ácido ou azedo, a acidez total titulável é o método mais viável, enquanto que para propósitos determinar a qualidade dos produtos processados, o pH é o método mais útil.

03.   Pesquise sobre a relevância da relação entre o brix e a acidez, e responda qual é a importância tecnológica dessa relação para sucos de frutas.


RES= O °brix consiste na  medida do total de sólidos solúveis no suco enquanto a acidez na medida do total de ácidos presentes no suco , A importância dessa relação é para garantir uma boa qualidade e uniformidade do suco concentrado reconstituído , pois são critérios básicos para a qualidade dos sucos ,  e importante parâmetro para inspeção da matéria-prima.