sábado, 28 de fevereiro de 2015

Aborto

Iniciou abordando sobre o que é moral e o que é ético, sendo a moral, são os costumes, regras, estabelecidas por cada sociedade, e ser ético é esta fundamentado nessas morais. O palestrante também comentou sobre quais casos a constituição federal aceita o aborto, que é no estupro, e quando a mãe tem risco de morte, esse risco acontece quando a mãe tem diabetes, pressão alta e outros fatores. Ele contou casos de meninas que tinha apenas metade da massa cefálica, sendo que uma menina morreu com 8 meses e outra com 3 meses , surgiram pedidos de aborto para crianças que não possuírem massa cefálica ou tinha apenas a metade, assim o STF abriu uma jurisprudência, permitindo o aborto nesses casos de falta de massa cefálica, sendo que para se conseguir o aborto nesse caso é necessário apenas um laudo medico.
O doutor também comparou as estruturas jurídicas do Brasil e Estados Unidos, em um está a civil law ,e o outro a common law, assim cada estado nos EUA interpreta cada assunto de acordo com seu entendimento , sendo que no Brasil uma discussão sobre o assunto tornaria o resultado algo nacional. Segundo ele o aborto puxa a questão da eutanásia e juntamente o pensamento de que todos os nascimentos com problemas devem ser banidos.
Túlio discorreu que uma mulher causou tanto em seu organismo para ver se abortava, que chegou a ficar estéril. Também contou de uma menina que foi acusada de induzir o aborto, mais foi inocentada por ser considera uma intelectual, tinha passado em segundo lugar em medicina.
Por ultimo Túlio encerrou sua participação contando a historia de Valeria, mulher na qual ele foi o advogado de defesa do caso em Uberaba, Minas Gerais. Existia uma criança que a mãe não quis abortar mais no momento do nascimento a entregou para a adoção, um casal adotou mais fez com que essa menina sofresse muito, eles apagavam cigarros nela e agredia, o corpo da menina era cheio de cicatrizes, logo o conselho tutelar levou ela de novo para a adoção. Por causa das lesões que a menina sofria da família que a tinha adotado ela urinava e defecava sem conseguir segurar, em qualquer lugar ou momento. Uma mulher chamada Valeria decidiu adotar a menina, sabendo do seu problema decidiu assim mesmo, certo dia Valeria arrumou a menina como uma princesa para uma festa, enfeitou ela toda e comprou uma roupa muito bonita de princesa para ela. Mas quando Valeria terminou de vesti-la a menina defecou e urinou na roupa, Valeria foi tomada de ódio e pegou um cabo de rodo e bateu na menina, levando a moça a entrar em coma e ficar cheia de escoriações, após 3 dias a menina morreu no hospital. O caso indignou muito a cidade, muitos queriam fazer justiça com as próprias mãos, doutor Túlio advogado de Valeria conseguiu provar insanidade mental em sua cliente, levando ela a ficar livre do presídio mais depende de tomar remédio tarja preta.
Na palestra com a Dra. Patrícia, ela comentou sobre a pratica do aborto ilegal, que geram cadeia, mais dificilmente alguém é processado por crimes de aborto, por causa da falta de provas, e por muitos saberem disso aborta ilegalmente e com grandes riscos de morte, ela contou o caso de uma menina que abortou ilegalmente e morreu, o medico para não responder judicialmente queimou o corpo dela.
Segundo a doutora quando se tem a experiência em crime de aborto às pessoas são tratadas como criminosas, ate pelo agente que aborta. Existem vários questionamentos nos corpos clínicos dos hospitais, que com a legalização do aborto varias outras doenças também mereceram discussão, como doença renal e a síndrome de down. Para ela a solução para que as mulheres não cometam o ato de abortar é necessário um planejamento familiar sendo a criança não será nem um problema para a família.



domingo, 22 de fevereiro de 2015

Perigos da Garrafa PET

SEM GARRAFAS PET, O PLANETA RESPIRA MELHOR
                        No texto A armadilha do pet, ao constatar que os brasileiros reutilizam garrafas pet como se as reciclassem, Norbert Suchanek, rechaça, então, a reutilização do pet e defende o vidro como material adequado para embalagens.
                        A partir de um exemplo rotineiro, o autor critica as pessoas que se consideram ecologicamente corretas ao reutilizarem garrafas pet em distintas situações ou na produção de outros objetos. O mercado da reutilização, inclusive, por vender a ideia de proteção ao planeta, cobra preços caríssimos e beneficiam, geralmente, a pessoas que apenas visam lucro.
                        Norbert afirma que foi a própria indústria de plástico, aliada à mídia, a maior responsável por divulgar a moda da reutilização de tais garrafas como se fosse reciclagem, positiva para o meio ambiente. Muitas pessoas foram enganadas com o discurso publicitário que, em nome da preservação ambiental, incentivou a produção de novas garrafas. Suchanek esclarece que não ocorre reciclagem com essa embalagem, pois ela não se transforma em nova garrafa. Acontece somente a reutilização do plástico em outros produtos, como camisetas, por exemplo.
Assim, por mais esforços que façam, os cidadãos não conseguem reduzir a utilização de petróleo, que é recurso não renovável, e substâncias extremamente prejudiciais à saúde do ser humano na fabricação de novas garrafas. E isso é mais preocupante do que se imagina, de acordo com o autor.
Norbert insiste que as pessoas as quais utilizam garrafas pet, seja como consumidor, seja como defensor do meio ambiente, são responsáveis pelo aumento desses recipientes no planeta. Ao concluir, ele opta pelo vidro, uma vez que esse material pode ser reciclado e, assim, contribui na redução dos impactos ambientais.
As garrafas pet constituem um grave problema em termos do aumento de lixo no Brasil. Cabe, portanto, o governo brasileiro, por meio de distintos ministérios, como por exemplo, do meio ambiente, exigir que as indústrias tratem os recipientes dos produtos que vendem, como a pet, com atenção e responsabilidade ambiental. E também o consumidor deve fazer sua parte ao diminuir o consumo de refrigerante a fim de proteger o planeta que é lugar de todos.