sábado, 20 de dezembro de 2014

Aspectos jurídicos primitivos, observados no Reino Animal


As pessoas tendem naturalmente a se organizar no coletivo, com cada pessoa assumindo sua função, mesmo que não estivessem predispostos a agir assim. A relação entre ser humano e animal existe há milhares de anos e acompanha a própria evolução humana. Desde sempre os animais são utilizados pelos humanos de diversas formas. Começando com a caça, a domesticação para subsistência, o uso na agricultura, como símbolos religiosos, no comercio, dentre outras.
No evoluir do mundo, teve a necessidade de agrupamentos para a sobrevivência de cada ser vivente. Percebemos no reino animal, há uma certa anarquia porém, uma certa associação direcionada à sobrevivência. No modelo atual de vida de todos nos, seres hominais, até pensar no anarquismo, levamos nossos mais viciados pensamentos, modelo já intrínseco em nosso ser e, assim, o portal para o caos estaria sempre aberto.

O anarquismo primicia da hierarquia, obediência, obrigação, autoridade e associação. O Jus Animalium – Associação de Direito Animal é uma associação sem fins lucrativos, que tem por objeto a proteção e defesa dos animais sencientes por via do direito, considerando que os animais têm interesses e necessidades inerentes a sua condição, que merecem reconhecimento e dignidade jurídica.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Relatos de trabalhos exaustivos

 Um funcionário relata como é a entrada e a saída dos trabalhadores da empresa onde trabalha.
                        Segundo ele, na chegada, os operários não se preocupam com o registro de ponto, já que é o começo da jornada de tarefas e, de qualquer forma, devem permanecer ali. Entretanto, ao final do expediente, o caos invade o lugar, haja vista que todos querem ir embora ao mesmo tempo. Ser o primeiro da fila do relógio de ponto é um anseio coletivo. Às vezes, há a necessidade da intervenção do chefe para impor organização.
                        O autor diz que é natural que o homem procure a liberdade. Afinal, em muitos casos, os operários ficam aprisionados sete dias por semana e até doze horas exaustivas no emprego. Sair da indústria, portanto, é o desejo maior. É como quebrar algemas e respirar do lado de fora. É uma forma de se livrar da fadiga e do cansaço causados pelas atividades repetitivas.

                        Há algumas ações que poderiam ser implantadas nessa indústria a fim de cessar ou minimizar o tumulto durante a saída. Uma delas é a instalação de mais relógios de ponto, divididos pelo número de funcionários. Assim, a fila, antes extensa, seria menor e mais rápida. Outra alternativa é a liberação das pessoas lotadas nos setores diversos em horários distintos, com variação de 15 a 20 minutos. Dessa maneira, o momento da tão almejada liberdade seria mais harmoniosa.